A cada dedo que passa definho num caule seco que me prende ao solo estéril e nos ecos já não ouço novas vozes. Quero ver num quarto-escuro e já não me lembro da minha voz.
A cada dedo que passa definho num caule seco que me prende ao solo estéril e nos ecos já não ouço novas vozes. Quero ver num quarto-escuro se já não me lembro da minha voz.
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ReplyDeleteA cada dedo que passa definho num caule seco que me prende ao solo estéril e nos ecos já não ouço novas vozes.
Quero ver num quarto-escuro se já não me lembro da minha voz.