2/3/13

Suavemente, na penumbra, uma mulher canta para mim;
Fazendo-me voltar e descer o panorama dos anos, até que vejo
uma criança sentada debaixo do piano, na explosão do prurido das
            cordas
E pressionando os pequenos, suspensos pés de uma mãe que sorri
            enquanto ela canta.

Apesar de mim, a insidiosa mestria da canção
Atraiçoa-me fazendo-me voltar, até que o meu coração chora para
            pertencer
Ao antigo entardecer dos domingos em casa, com o inverno lá fora
E hinos na aconchegada sala de visitas, o tinido do piano o nosso guia.

Por isso agora é em vão que a cantora irrompe em clamor
Com o appassionato do grandioso piano negro. A magia
Dos dias infantis está em mim, a minha masculinidade
É desencorajada no fluxo da lembrança, choro como uma criança
           pelo passado.



D.H. LAWRENCE

le bat


1/31/13

1/30/13

The difference between how you look and how you see yourself is enough to kill most people …the reason vampires don’t die is because they can never see themselves in photographs or mirrors.
  Chuck Palahniuk, Haunted

eterno


em caso de emergência acende um cigarro


Chama-me Ismael



1/29/13

1/28/13

G.U.L.A.


manhãs gloriosas


1/27/13