Sempre que Rafael escutava a abertura de Tannhäuser, cerrava as suas pálpebras com uma
intensidade feroz e um discreto pranto de felicidade assomava ao evocar-te, apesar
de saber que não nao serias tu quem se sentaria ao seu lado ou lhe
apertaria a mão fremente quando o seu coração ameaçava confundir a
despolarização atrial com a ventricular.
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