É plural, o amor. Só uma visão antiga, antes de se
saber que somos construídos por camadas sucessivas, podia imaginar o
amor como um instrumento monolítico. Essa concepção priva as pessoas da
alegria e amarra o amor à idade. De facto, não existe essa amarra se
formos cultos do ponto de vista psicológico. O amor é um estado de alma
que evolui até à morte. Lídia Jorge
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