12/1/12
O
corpo dança ou dói-nos a um ponto que só se alcança com o que é genuíno. Não há ali grandiosidade nenhuma, é-nos tudo muito familiar. Demasiado próximo. Daí essa sensação de lâmina encostada ao peito. Poesia, portanto.
No comments:
Post a Comment
Newer Post
Older Post
Home
Subscribe to:
Post Comments (Atom)
No comments:
Post a Comment