3/7/11
No ângulo das coisas invisíveis.
Pintavas a cara e gritavas. Depois furavas a noite num pranto cheio e amolado, porque gostavas que te ouvissem chorar.
Uma laranja azeda
…
No comments:
Post a Comment
Newer Post
Older Post
Home
Subscribe to:
Post Comments (Atom)
No comments:
Post a Comment