12/9/10

Vem cá! Assim, verticalmente!
Achega-te ... Docemente ...
Vou olhar-te ... E, no teu olhar, colher
promessas do que quero prometer,
até à síncope do amor na alma!

Colemos as mãos, palma a palma!
A minha boca na tua, sem beijo ...
Desejo-te, até o desejo se queixar que dói.
E sou tua, assim, como nenhuma foi!

Posse, Caminhos Frios Leonor Almeida

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