7/13/11

há horas de dentes cerrados e braços inertes. tempos de pálpebras de ferro e da terra a gritar na pele. horas em que o corpo se vendeu à estrada. horas em que o ar arde no coração e os lábios secaram da alma em espera. e daqui vê-se tudo. do alto. as minhas mãos aqui cruzam-se em braços e respiro quando chega o dia .

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